Notícias, informações, especulações e notas oficiais para os membros da Ordës mÿ Kâæz

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DIÁRIO OFICIAL DA ORDËS MY KÂÆZ | Saggezza di Caainite.

  • CUOCC | Rÿgnvm mÿ Draak – Kâlÿnmâræo | Hodæÿ ü 3º mÿ Deneb mÿ 3555 – Mârtÿ

Mês: Deneb |Signo: Sërpÿntæs | El: Lvz |Lua: +Krÿshk -Nomvâ | Deus(a):Hâxpëx | Mëâ: Vÿtë |Madeiras: Cedro e Ipê | Grau: Assistido

Lvpæ

Ordës mÿ Kâæz

Kaus – Lvpæ

Prece a Lvpæ – Jaf

Senhor da Idealização e da Justiça.

Pai da primeira obra e titã dos céus. Eis me!

Escolha-me para assentar a mesa da Fraternidade Eterna;

Faça de mim, instrumento oportuno para a Magnvs Opvs.

Transforme-me com teu fogo modelador.

Aplique tua justiça em meus caminhos, mesmo que tais forças tua, altere meu ânimo ao primeiro toque.

Envie tuas miríades ao meu favor e, permita que teu filho predileto doe uma fagulha das chamas dos céus para o meu crescimento.

Titã dos céus, eis-me!

Cumpra em mim teus desígnios misteriosos e ame-me em minha rebelião.


Efa e Gleisllerf

O que aconteceria se a Ordës mÿ Kâæz estivesse em posse das Três Piritas, que desde a era ‘Pætro se perderam?

Um fragmento da lenda das Três Piritas, originalmente narrada pelo jovem Âltvs Vântæs Bâltvs, em meados de 1345 na comuna italiana de romagna, Forlí; ressalta a importância dessas relíquias.

Os Mestres Ashrâms da Ordës, quando Ordenados, utilizam em seus pescoços, o pingente de pirita, fazendo menção cerimonial a G³, Gleisllerff Gideon Glórions que, segundo a lenda da Ordem, foi um de dois homúnculos criado para guardar, ensinar e lembrar a respeito dos conhecimentos da Filosofia Ancestral.

QUEM FOI ‘PÆTRO?

Da árvore genealógica dos Bâltvs e Voltuzzas, ‘Pætro, segundo a lenda dos Kâæzÿr, foi um jovem que viveu por volta do século 400 e morreu por beber uma das três piritas dissolvida em água, sob a orientação de um questionável sacerdote da ICAR.

O QUE É O PACTO DA AMPULHETA E A PEDRA DA FUNDAÇÃO?

Uma das lendas Kâæzÿr diz que: Os mestres dos Espíritos e das Linhas de Tempo, escreveram que no passado, as bruxas pactuaram com ‘Zââfër, para que elas pudessem viver para sempre e ele aceitou a oferta sob uma condição: Elas teriam que criar dois corpos para que eles pudessem guardar o amor que sentiam um pelo outro e assim, poderem continuar sua missão como deuses, sem sofrer os danos que a paixão ardente estava acometendo a ambos. E elas, assim o fizeram. Criaram um corpo macho primeiro e o chamaram de Gleislerff Gideon Glórions, hoje conhecido como O Príncipe Alado e, depois, criaram o corpo da fêmea e a chamaram de Efa. A esse pacto se deu o nome de “Pacto da ampulheta”. As areias negras desta dita ferramenta do deus do tempo, daria origem a uma pedra lançada dos céus, igualmente negra que conseguiria manter as uma minúscula fagulha das ânæmâs vivas, aprisionadas a ela, para que o Herdeiro a pudesse achar. Essa pedra, por sua vez, recebeu o nome de “A Pedra da Fundação”.

“Desde a era ‘Pætro, a Ordës mÿ Kâæz não havia cogitado conquistar a união material das três piritas” – disse Sir Nëkolæ Ætofül, Cavaleiro do Oeste e dirigente da Soberana Guarda de Honra. “Entende-se que seria preciso a reconexão icônica e lendária de todas as partes sob o efeito Üäoko, mesmo que os homúnculos portadores inexistissem, pois tê-las (as pedras) equivale a tornar mais possível todas as lendas que manifestam nossa esperança (Lolâ) e nossos motivos como moderadores de Gâlÿ”. – Completou.


Quatro cavaleiros da mesma casa de enorme fidelidade e conhecedor da Magna Causis, seria alguns dos ingredientes para se realizar a conjuração de ‘Zââfër, afim de solicitar que se manifeste a parte que se acredita portar o espírito de Efa. Retirar a essência da pirita do sangue desta, seria também vencer a batalha contra o chamado ‘Mal de Zürël”.


Se a Ordës mÿ Kâæz conseguisse realizar tal feito, as matérias possuidoras das ânæmâx originais, reagiriam, em especial os homúnculos e findaria com a ausência do “cras videre” (Algo em torno de ‘enxergar o amanhã’ que, de acordo com Strauss, criador das mulnera pulvéris, seria uma chave para o Portal de ‘Zââfër). Em outras e mais simples palavras, acredita-se que a Ordës poderia então ter a chave do Portal de ‘Zââfër e caminhar em pleno vigor e prosperidade, desviando-se dos caminhos a que não se deveria tomar.


  • Essa questão porém, foi levantada por Madam Olga, Médica Mágica de Âvrora, no Reino de Draak, ao se interessar pelos eventos na distinta semana de Rasalhague, onde Mëâ é Bâtv. Para ela, existe uma incidência de energia curadora de grande calibre na rede egregórica dos draakonianos.


O quanto de nossa história continuaria como de nossos antepassados ou mudaria, se a Chave estivesse completa e disposta ao Excelsior? Seria então, o momento para que os questionadores escrevessem sua história, não mais metaforicamente?





A Coluna da Criação

É certo que todos nós criamos, o tempo todo e em vários níveis. Mas quando isso poderá ser um poder desejável a ponto de haverem guerras e mortes?

A Fâtâ é a mãe da eternidade, do Ser de todos os Seres, pois ela se cria a si-mesma e seu entendimento reside no desejo. Ela não é ela-mesma mais do que como uma vontade e essa vontade é o grande mistério de todos os milagres e de todos os segredos, mas ela se manifesta pela imaginação da fome do desejo de existir.

É o estado original da Natureza. Seu desejo cria uma imagem. Essa imagem ou figura é somente vontade do desejo, mas o desejo cria na vontade, um ser; semelhante ao que contém à vontade. A Fâtâ verdadeira não é um ser, mas o espirito do desejo deste ser. É uma matriz sem substância, mas que se manifesta em um ser de substância.

A Fâtâ é o espírito, e o ser é o seu corpo e, no entanto, os dois não fazem mais do que um, como a ânæmâ e o corpo não fazem mais do que uma só pessoa.

A Fâtâ é o maior segredo, pois ela é a única regra superior a natureza e cria a natureza segundo a forma de sua vontade. Ela é o mistério da Fraternidade Eterna, quer dizer que ela reside no desejo, na vontade de aspirar ao coração do Deus Criador que há em cada um como resíduo último do original criador, sendo esse, a Mente Cósmica, Pusparāgamu.

Ela é a potência formadora na Sabedoria Eterna, sendo um desejo na Fraternidade Eterna, do que a eterna maravilha da FE deseja manifestar em cooperação com a Natureza deste mundo. É o desejo que se introduz na natureza tenebrosa, e pela natureza no fogo e pelo fogo, pela morte ou a violência, na luz da Majestade: A Criação.

“Ela não é a majestade, mas o desejo da majestade.”

Ela é o desejo do poder divino, e não o poder em si mesmo, mas ela é a fome ou o desejo ardente do poder.

Ela não é a Onipotência do Único Acima, mas o elemento diretor da potência e do poder de Pusparāgamu. O Coração do Criador é o poder e o espirito é a revelação do poder.

Fvs é um termo no idioma cainita, o Âlæfÿr que significa “Assoprar”. Logo, entendemos que os nossos antepassados transferiram para nós esse conhecimento, citando, indiscutivelmente o “sopro da vida”.

Corpo e ânæmâ, mas realmente uno, o homem, na sua condição corporal, reúne em si mesmo os elementos do mundo material, que assim nele encontram a sua consumação e nele podem louvar livremente o seu Criador, se assim o quiser.

Por isso, não é lícito ao homem menosprezar a vida do corpo. Pelo contrário, deve estimar e respeitar o seu corpo, que foi criado pelos deuses na condição de imortal e igualmente dotado do poder da criação, para que pudesse povoar a Terra de deuses e deusas a semelhança dos criadores originais.

Ousar criar, foi o que muitas das vezes, condenou os magís por heresia. Isso porque, não se pode, segundo os céticos, o homem, ser como Deus. Mas, nós entendemos os mistérios de “Sicut Dii” e, por isso, fazemos em nome do que é natural, não num culto a uma famigerada rebeldia.

Nossos trabalhos ficam ainda mais questionáveis, se assumirmos que temos o prazer de dizer que não há dificuldade em criar, mas são os detalhes que impedem o acesso completo à fórmula misteriosa, porque os homens, esquecem os detalhes, mas o diabo mora neles.

Caimária do Brasil

Seguindo os parâmetros visuais da Obra Vamécula e do estado pouco discreto da Ordem de Kâæz, atualmente, a Caimária mudou seu brasão em 26 mÿ Zubeneschamali mÿ 3553 (18 de Setembro de 2019, no calendário comum) para a representação do ícone dos Mestres Ashrams Excelentes.

O Objetivo é demonstrar dois momentos importantes da Caimária: 1 – A Reitoria da Ordem de Kâæz está sob a coordenação da DIC Sirius como detentora da Jurisdição Virtual e 2- A Obra Vamécula aumenta a possibilidade de acesso dos ditos simpatizantes e, a esses a Caimária também se prepara para auxiliar na compreensão da Filosofia cainita.

A Ordem de Kâæz

O descortinamento da dita Sagrada Ordem de Kâæz (dos Cainitas) nesse momento da materialização dos sentidos na sociedade não é apenas uma coincidência, mas a esperança viva de poder ajudar.           

Depois de longos anos sob o véu do Sincretismo, a Ordem de Kâæz se mostra menos discreta possível e abre suas portas para todos aqueles que desejarem conhecer sua filosofia. O trabalho consiste em auxiliar na moderação da sociedade, no sentido de alimentar o questionamento, o amor pela sabedoria e o intelecto, haja vista que, o conhecimento na presente e observável data, tornou-se um mero detalhe.

“A Pax entre os homens e mulheres da arte é um o sagrado objetivo para os Popvlos!”

A Filosofia Ancestral Cainita, permite aos seus praticantes, o acesso irrevogável a Arte Cinza e Antiga, cuja equilibradora fórmula estimula os cainitas a lutarem pela pax entre os homens e mulheres da arte que se tornou um sagrado objetivo para aqueles que são reconhecidos pela Ordem de Kâæz recebendo o Selo de Povos da Antiga Enoque: Os Popvlos.


A Ordem e seus membros consideram que os praticantes não se permitam contrariar-se ou lutar entre si, mas nesse importante momento, unir-se em busca de valorizar sua tradição.


Livro da Lei atualizado

O Livro da Lei que apoia a Comunidade dos Kâæzÿr e oferta direcionamento eficaz para os Membros Regulares da Ordem de Kâæz, está disponível na versão Impressa, no Clube de Autores independentes.

O trabalho é fruto da Congregação Temporária do Conselho dos Treze, pela Delegacia Institucional Academia Sirius como representante da Caimária do Brasil na total dimensão virtual


Comunidade dos Kâæzÿr

Afim de auxiliar na manutenção à egrégora executada com dificuldade pela Comunidade dos Kâæzÿr, o Diário da Ordem irá acompanhar com um robusto sistema de interação, tanto o conhecimento quanto as práticas dos que estão ligados a alguma Casa Discreta do Pensamento Kâæzÿr ou são membros da Comunidade, ativos como praticantes da Tradição e presentes nos Encontros Anuais Regulares.

Conteúdo programado

Algumas páginas restritas a determinados Frâtÿr da Comunidade dos Kâæzÿr, foram programadas para serem liberadas conforme um determinado tempo de assinatura. Isso providenciará segurança à Ordem e o acesso saudável as reconquistas acadêmicas e atualizações.

Fórum da Ordem

A associação com o Diário da Ordem, é mais do que apenas ler notícias importantes para os frâtÿr regulares ou simpatizantes; A Ordem, através de seus setores responsáveis, acompanham os associados, respondendo suas dúvidas expostas no Fórum desta plataforma.

Notificações

Os inscritos no Diário da Ordem, recebem em seus respectivos e-mails, informações exclusivas para esse tipo de comunicação mais discreta. Ainda assim, os associados contam com várias formas de notificações que o auxiliará a saber sobre as notícias.

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